Edições Baralhadas

Milhões de cópias deste e daquele, indústria gigante. São muitas as pessoas e as procuras, e depois? Ficaram os dedos e os anéis foram? Talvez, podem ter ficado alguns dedos, como nas mãos de toxicodependentes dos anos 90.

Todavia, o dilema da edição enquanto projecto cultural continua sem resolução, e eu não o conheço assim tão bem.

Imaginar é aprender de verdade – Um Natal para todos

Sei que é Natal, alguns têm e outros sonham com presentes para sempre imaginários. O Natal é um símbolo de quê? Julgo que aqueles que o têm não o sabem tão bem como aqueles que pelas mais variadas razões não o vivenciam. Estes últimos (sempre os últimos na vida) são os que melhor sabem o simbolismo do Natal.

Felizmente sei mais ou menos, e não mereço receber assim tanta prenda como aqueles que o sabem de cor.

Festas Felizes!

Artigo aponta o dedo à Amazon (que castiga os funcionários)

Mas caríssimos,

A cultura é um caminho diário e árduo para todos aqueles que participam no seu labor. Nada de novo, nem de espanto. A Amazon só pretende manter as tradições nesta indústria, respeitar as suas linhas gerais. Só assim, se pode continuar a valorizar o livro que temos na mão, pelo trabalho que deu a escrever, a revisão, a capa e, agora, até a sua distribuição.

Para que saibamos, não é imaginação, sim, é preciso que muitos caminhem bastante para termos acesso às preciosidades artísticas.

Todavia, Já não concordo se a Amazon exigir o mesmo aos funcionários da distribuição de produtos não culturais, mas acredito que isso não suceda, uma vez que nada é mais trabalhoso que a cultura.

Assim, graças à Amazon, a grande distribuidora a nível global de produtos culturais, que zela que a cadeia se mantenha penosa até ao final, a humanidade poderá continuar a valorizar o livro como produto de empenho, insegurança e até de bolhas nos pés.