Um autor que muito aprecio, Paulo Coelho, diz que «só o amor ao que fazemos transforma a escravidão em liberdade». Isto é verdade, quem é que aprecia ser escravo, excluindo em certos fetiches sexuais, ninguém. Não é então natural o sonho de se libertar de um emprego que escraviza? Duvido que alguém, com um coração dentro de padrões humanistas, negue. Agora se é viável, tem que ser ponderado e bem. Caso contrário, é mudar para um emprego onde o vento já cheire a liberdade. Agora, acomodar-se é ser escravo sem estrebuchar.