Ainda está para apurar a dimensão da revolução cultural (e já agora: dos estragos!?) que este livro, aliás, poderoso livro, exerceu na humanidade, a partir da segunda metade do XX. Dava uma boa tese de doutoramento. Há quem diga que devia ser um livro proibido na adolescência, tal o abanão que todos os jovens (sem excepção) sofrem. Entranha-se como um demónio revolucionário nas almas dos 15 aos 25 e revoluciona. Não sei se deverá haver livros proibidos, mas se dali nasceram muitas flores, também demasiadas foram cortadas para colocar em campas.

O que acham, para bem da humanidade deveria proibir-se a venda (ou aluguer) do «Pela estrada fora» a menores de 25?

(Quem diz este livro diz outros tremendamente tremendos…)

Afinal, deve haver livros proibidos?