É bom que contacte, que se faça presente entre os ausentes que somos, para que notemos a essência da grandeza, por seu intermédio. Para que em contraste consigo notemos a pequenez que somos, e nos apercebamos da nossa condição. Não é preciso palavras, tudo acontece no silêncio, os nossos passos desviam-se para que passe, e na lateral nos colocamos em sentido, contemplando a força.