O velho das barbas olhou a distância e libertou a esperança, já nada tinha a não ser o caminho e a vida. Enquanto ouvia a música que o jovem cantava, olhou-o como a um espelho e pensou: a tua voz chama por quem eu fui, e não por quem eu sou. Apenas te posso aconselhar: “Toma o Oriente…”

»Para todos vós, um grande abraço, não sei se durante as próximas duas semanas visitarei este sítio, por certo, visitarei outros lugares – quem sabe até se, nalgum desses lugares, estaremos mais unidos do que nunca!? Nuno Firmino