Para qualquer “bloguista”, um dos momentos mais bonitos e motivantes é, sem dúvida, ler os comentários dos leitores.
No “Montinhos de Luz”, dezenas de visitantes não deixam quaisquer críticas ou sugestões… por conseguinte, fica sempre algo por acontecer. Fica a faltar aquele grão de pó mágico que somente cada um dos leitores é possuidor e pode jogar aqui: neste “caldeirão a ferver”.
Fica feito o convite
11 Comentários
Setembro 13, 2006 ás 3:01 am
sonhar é fácil dizia-lhe eu; enquanto isto, apertava bem forte sua mão na minha e ía olhando para todo o céu á procura das palavras mais redondas, aquelas que não ferem, as que têm uma cor e aroma que só os homens doentes conseguem entender. De súbito,por de entre as nuvens surge uma espécie de cometa de tamanho enorme arrastando consigo imensas nuvens muito brancas deixando um rasto aínda mais branco onde se podia ler a vermelho, vermelho de sangue. “viente poemas de amor y una canción dsesperada”
era certamente Neruda aínda á procura de Matilde
Setembro 13, 2006 ás 9:05 am
Pablo Neruda… Não há poeta que não o conheça!
Há um ano atrás (não o posso esquecer como parte de um sonho realizado) vi que o amigo Camilo - quando me afirmou peremptório não gostar de passar duas vezes seguidas na mesma ponte - era um poeta!
Saudações lambrettistas
Nuno Firmino
Setembro 22, 2006 ás 1:55 pm
Camilo e Nuno (Ó a intimidade!)
Nunca passamos duas vezes na ponte: somos,sempre, outras pessoas.Acrescidas
dos instantes espiralados da vida. Não nos “banhamos nas mesmas águas”,porque
somos ,sempre, outros.Galgamos platôs evolutivos.
Canções e poemas de amor p/ vcs.
Setembro 30, 2006 ás 3:38 pm
Amei seu blog. Ele me revelou você como um apaixonado, a viver de migalhas, qualquer uma que seja, da pessoa amada que parece, (ou finge?) não te ver.
Não estou te condenando. Pelo contrário, sendo solidária, pois sei o que significa amar e não ter ou poder ter de volta, o amor na mesma proporção.
Fazer o quê? Nada é perfeito!!!
Outubro 2, 2006 ás 5:17 pm
envia-me o teu endereço
gostava de estar contigo, olhar-te nos olhos
chamar-te à responsabilidade
aqui, onde as águas correm desesperadas galgando montes e vales
à procura de um lugar sereno que não existe
mas tu também não existes
porque se existisses estarias mais perto e mais interventivo
não acredito em ti
mas envia-me o teu endereço
é urgente que o faças…
Outubro 2, 2006 ás 5:34 pm
Bonito…
Por vezes sentimo-nos sozinhos e desamparados, quase que abandonados por quem confiávamos…
Amigo, acredito que só nos resta encontrar a comunhão com o universo, onde tudo continua a existir.
Um abraço e coragem para enfrentar os desafios – mesmo aqueles que jamais aceitaremos.
Abril 25, 2007 ás 2:33 am
Hoje é dia de estar contente
mas sinto que estou triste
é dia de cantar Abril e lembrar os meus camaradas fisicamente já ausentes
os que sempre se mantiveram íntegros e os outros que ainda se vão esforçando para o serem.
Hoje é dia para não esquecer também aqueles que em plena clandestinidade comigo colaram cartazes contra o capitalismo e são agora arrogantes patrões das grandes multinacionais.
Hoje é dia de slogans revolucionários bem conhecidos, mas falta-me aquela alegria mágica para os gritar
Hoje é dia de estar contente
mas sinto que estou triste.
Prostituição intelectual basta.
Junho 10, 2007 ás 8:30 pm
Adorei Estar aqui mais ainda procuro o Caminho Recebi os sinais muitos cinais mais ainda procuro uma direção um mestre.
Alguem se abilita???????????????
BeijosMi…
Maio 30, 2009 ás 10:40 am
Olá,
estou aqui no Brasil uma terra irmã numa cidadezinha quase metropolitana da Bahia que apesar de ter grandes poetas não me tem dado muitas poesias.Mas aqui neste cantinho solitário desta manhã de sábado fico emocionado ao garimpar este pedaço de ouro que é seu blog, achei-o lindo. Queria ser poeta quando crescer se já não tivesse crescido.
Um abrço de um amigo desconhecido!
Junho 9, 2009 ás 10:09 am
Um grande abraço para si, Alberto. É bom, então, que não cresçamos para podermos ser sempre poetas! Volte, pois, quanto antes, a olhar o mundo com olhos de criança… Porque a vida sem poesia é menos vivida!
Abraço para o Brasil,
Nuno Firmino, em 9 de Junho de 2009
Junho 11, 2009 ás 3:05 am
Nuno, tenho passado pouco por cá mas continuo fã da tua escrita.
Não é toda a gente que consegue ver a poesia das coisas, como tu, ainda pra mais na sociedade cada vez mais competitiva e “cruel” em que vivemos.
Acredita que muita gente se revê nas tuas palavras, mas muitos fogem delas, e da sua própria essência, qual robôts numa linha de produção que nunca param.
Tenho um pedido.
Volta a escrever com mais regularidade