Enfeitar as ruas como quem põe uns brincos, enfeitar a alma, as palavras, os textos, como quem mantém uma rotina. É disso que se fala quando olhamos o fogo que há em nós, aquele ardor que se despega das nossas estúpidas acções, desgraçadamente estúpidas. Depois o Homem será como dantes, o mesmo ignorante, depois de tudo, tudo igual. Nada avançou o homem que se comporta como o vulgo, apenas a sua aparência confunde, parece humano, mas não é uma alma elevada.
Abril 8, 2009...5:57 pm
Das acções
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