Era uma vez um menino, ou uma menina, que queria encontrar a sua vida. Certo dia, essa criança decidiu pôr-se a caminho, rumo ao seu destino.
No primeiro dia de Janeiro, deu então o primeiro passo. E a cada dia, a cada passo, a criança foi descobrindo as suas migalhas de vida, e essas migalhas agiam como se fossem o seu alimento.
E assim foi, a criança tornou-se uma mestra na arte de encontrar a vida. Para isso bastou-lhe querer viver, para isso bastou-lhe arriscar e começar a procurar – bastou-lhe, por isso, pagar o preço de quem arrisca seguir a sua vida.
Meus queridos desejo-vos um feliz ano de 2009, e que encontrem as vossas migalhas de vida!
4 Comentários
Janeiro 20, 2009 ás 11:52 pm
Como eu a ti.
beijinhos
Fevereiro 5, 2009 ás 10:44 am
Vim saber as novidades das migalhas da vida. Mas parece que apenas a ti serviram de alimento…
:)
beijinhos
Fevereiro 5, 2009 ás 11:17 am
Querida tb, encaro a vida com serenidade, o que disse pode significar muito, porém a minha estrada, apesar de eu não a esconder, parece-me que passa por um bosque escondido. Que quase ninguém visita (ou que quase ninguém deixa um comentário), ou porque fica longe, ou porque reflecte demasiado e perturba as ideias. Também a tb abandonará certamente este caminho, dele se arredará, é natural que isso aconteça.
Permanecerei sozinho? Será possível a um bosque permanecer sozinho?, sim, é possível, na medida que ele sabe que nunca está sozinho; a solidão é demasiada, mas só tem o poder que nós lhe permitirmos.
Beijinhos tb
Junho 2, 2009 ás 11:39 pm
Nuno,
Ainda que por aqui não venha tanto como desejaria, nunca me esqueço do caminho.
Talvez que quando alcançamos um determinado percurso, (estádio)tenhamos que o percorrer sós… talvez. No entanto os que entram no meu coração já de lá não saem mais.
Estarmos sós não é sinónimo de solidão. Mas sim, uma necessidade de nos encontrarmos com a nossa essência.
Um grande beijinho